Añais Nin estava certa: "O amor nunca morre de morte natural" .
Morre porque eu os mato, ou deixo morrer.Mato porque temos medo a sinceridade.Ele morre numa conversa surda.Morre com o veneno do beijo. Morre sufocado com o abraço, morre porque decido, porque quero que ele morra. E nem crio despedidas porque não suportaria.Porque tenho medo que o amor seja maior que a minha vida.Mato num dia morno,numa indiferença qualquer. Morre pela minha boca carregada.Permiti vários amores morrerem , bi eles escorrendo como areia entre os dedos.Não os socorri .
Deram o ultimo suspiro mais eu não quiz ouvi.Não corri atraz e não levantei ruínas. Fui orguhosa, e meu orgulho não salvou ninguém. O orgulho não salva apenas coleciona amores mortos.Talve matei os meus amores.Fiz da dor a minha alegria.
Mateio-os mas escondi o corpo deles no meu, desfaço pistas e suspeitas, quando termino um relacionamento.
Queimo o que fui.
E recomeço com a certeza que não matarei novamente. Mato porque conheceu meu lado escuro, mato porque tenho medo da imperfeição. MAto por medo da verdade.O amor se torna perigoso para quem não resolveu seus priblemas, o amor encomod, fala coisas estraordinárias, sem recuar.
O amor abri o porão escondido, faz a faxina. Joga fora o que precisa.
Matamos o amor por medo de confiar a minha vida a outra pessoa, porque eu acho que sempre devo saber o que fazer dela.
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